Caso da Alessandra

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Alessandra tem vinte anos. Nasceu prematura (cinco meses e meio) devido a quadro grave de diabetes desenvolvido pela mãe na gravidez. Ficou em incubadora por quatro meses. Foi detectada sua perda auditiva quando ainda era bebê. O diagnóstico atual é identificado pelo CID 90.3 – Perda de audição neurossensorial bilateral.

Alessandra está matriculada regularmente no 1º Segmento da EJA – Anos Iniciais de uma escola municipal. Sua sala de aula funciona, excepcionalmente, no período da manhã e em um centro educacional dedicado à formação de professores da Secretaria Municipal da Educação.

Sua classe possui algumas características atípicas. É composta por oito alunos adultos, dentre eles dois coreanos que participam da classe para aprenderem o Português e, sete adolescentes com deficiência intelectual diagnosticada. Alessandra é a única aluna com perda auditiva e sua classe não possui intérprete de LIBRAS. A mãe prefere que a filha não estude à noite.
A aluna gosta de ir às aulas, tem amigos na classe, mas demonstra preferência por uma amiga que tem frequência irregular. Quando esta não vem, comunica-se pouco, isto é, acaba se comunicando quase que somente com a professora da sala e a professora de apoio.

A professora não tinha informações sobre o diagnóstico da aluna, mas trabalhava considerando-a pessoa com surdez, já que tinha todos os indicadores para tal e, em reunião recente com a mãe, confirmou-se que a perda auditiva de Alessandra é severa.

Alessandra tem a fala muito comprometida, quase incompreensível. Utiliza-se, em seu ambiente escolar e familiar, de gestos pessoais e de leitura labial para apoiar sua comunicação. A mãe relata que a filha aprende Libras na igreja e se comunica muito bem por esta língua naquele ambiente, tendo inclusive um livrinho religioso que apresenta o alfabeto em sinais.
A professora interage bem com a aluna, mas percebe que muitas informações na comunicação são inferidas, não havendo, propriamente, compreensão clara no “diálogo”.

Está alfabetizada e consegue fazer leitura e interpretação de textos simples, o que acaba sendo sua atividade preferida. Encontra muitas dificuldades na leitura e interpretação de textos mais elaborados, na elaboração de frases, na execução de algoritmos na Matemática, bem como, na resolução de problemas, solicitando sempre ajuda para a execução destas tarefas. A professora observa que a dificuldade nas aulas de matemática está mais relacionada ao fato de Alessandra não entender as explicações dadas em língua portuguesa. Percebe também que Alessandra, por falta de vocabulário, tem dificuldades em interpretar textos mais longos (seu repertório é pequeno) e, geralmente nestes casos, a professora encontra dificuldade em ensinar novas palavras, dada a complexidade da comunicação estabelecida com a aluna.

Alessandra já fez acompanhamento com fonoaudiólogo e psicólogo por um longo período, em sua infância e puberdade. Atualmente ela não tem mais estes acompanhamentos.
Alessandra tem indicação para o uso de aparelho de amplificação sonora para melhorar sua audição e não o usa, por não ter se adaptado.

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Comentários

Caso Alessandra

Olá pessoal, após ler o caso da Alessandra, pude constatar que é um caso com muitas possibilidades, visto que a menina está alfabetizada, aprendendo libras e interage com a professora e colega.
Vamos conversando a respeito espero aprender muito com este caso
Um abraço a todos
Simone

caso Alessandra

ola, a todos!!!

Adorei este caso, pois trabalho nesta area e percebo o quanto podemos ajudar Alessandra a desenvolver em todos os aspectos, tornando uma pessoa independente, autonoma e capaz de ser produtiva na sociedade, visto que ja é uma adulta. ....

abraços!

Andrea

Oi Simone, Além das

Oi Simone,

Além das possibilidades que o caso Alessandra nos trás temos um cenário bastante interessante para estudar, podemos aprofundar as discussões em várias vertentes, uma delas é o contexto da sala de EJA no diurno é uma sala especial. Espero aprender bastante com as nossas trocas.

Um Cheiro!
Eliene Fernandes

trocas

ola, Eliene

Espero tambem realizar muitas trocas que possibilite muitas aprendizagens.....
Este novo cenario é muito interessante...

abraços!

Andrea

Caso da Alessandra

Olá Pessoal!

Olá Pessoal!
Acredito que com o caso Alessandra teremos grandes discussões, além do desenvolvimento da aprendizagem da aluna, o ensino de Libras, existe a criação de uma turma de EJA diurno e com características peculiares. Alunos coreanos para aprender a língua portuguesa e um número expressivo de alunos com deficiência intelectual na mesma sala. Antes de tratarmos especificamente do caso, algumas questões são relevantes para o bom encaminhamento do caso. Qual a proposta da escola e da Secretaria de Educação criando uma classe como está?

Valquirea/ Santa Maria RS

Pois é

Deveria sim ser questionado, pois realmente fica complicado para o professor trabalhar.
A inclusão se não for feita com qualidade só detona com o trabalho e ajuda os que são contra a falar de sua validade.
Talvez a professora tenha boa vontade, porém sem maiores recursos e com uma turma tão numerosa realmente fique difícil.
Um abraço a todos
Simone

Sobre a professora

Penso que a professora deveria entrar em contato tanto com a profissional da igreja que ensina libras, quanto buscar junto a escola algum tipo de assessoria que possa lhe auxiliar para obter uma melhor comunicação, e buscar recursos nesta área que sejam adquados a aluna.
Gostaria de saber também como alessandra interage com esta colega, como as duas se comunicam, talvez fazer atividades em grupo poderiam facilitar sua comunicação e melhorar seu repertório.
Um abraço a todos
Simone

professora

ola, simone

Seria ideal a professora entrar em contato com o profissional de libras, mas sera que seria possivel?
Agora, buscar ajuda de assesssoria junto a escola, poderia ser um caminho interessante e importante na busca de integraçao social.
A comunicaçao é muito importante no processo de integraçao, e todas as formas de c omunicaçao é valida.

abraço!

Andrea

Pois é

Andrea, penso que não custa nada tentar este contato. Aqui em Porto Alegre temos esta prática de marcarmos interconsultas com todos que atendem o nosso aluno, disponibilizamos horários para os professores realizarem estes encontros.
Acho fundamental as assessorias, ou supervisão, pois possibilita explorar mais o universo do aluno e atendê-lo melhor.
Tenho pouca esperiência com surdos para mim seria fundamental me instrumentalizar de todas as formas.
Um bjo bem grande p ti
Simone

pratica

ola, Simone!

Esta pratica que realiza nao é comum em todos os estados. Vejo que é muito importante este trabalho que faz em Porto Alegre.

abraços!
Andrea

Prática

É Andrea, buscamos sempre estar trabalhando pela qualidade do aluno, mas sei que nem sempre foi assim aqui também. surgiu por necessidade, e nem sempre é fácil esta comunicação, mas os resultados são muito compensadores.
Um grande bjo p ti tb
Simonr

Adorei o video!

Oi Pessoal,
Bom encontrá-las aqui no Vila.
Roberto, adorei seu video, muito acessível!
Bom saber que podemos colocar um pouco de tudo por aqui...
Meninas, vamos explorar esse espaço aqui!
Abraços a todas,
Bel Dias

Excelente Acolhida

Roberto,

Concordo plenamente com a Bel, que interessante o vídeo de boas vindas, me trouxe excelentes idéias, olha me senti muito bem acolhida.

Abraços a vc e a Bel!

Eliene Fernandes

Olá pessoal! Gostei do

Olá pessoal!

Gostei do Vila na Rede, é um ambiente bem interativo!

O caso Alexandra está bem claro, com informações precisas, pontuando as potencialidades e necessidades da aluna do ponto de vista do AEE.

Caso Alessandra

Olá Pessoal!

Realmente este caso nos aponta muitos caminhos...
Roberto, gostei do vídeo!
Além de pensar quanto a existência desta classe atípica, existe ainda o professor de apoio. Qual o seu papel neste contexto? Quais são suas atribuições? Na escola existe sala de recursos?
Enfim, muitos questionamentos permeiam o caso e suas respostas podem contribuir ainda mais para o enriquecimento das discussões!
Sei que tenho muito a aprender com mais esta etapa!

Grande Abraço!!

Vanessa Cabral - RJ

Caso Alessandra

Olá pessoal, estamos com um grande desafio. O caso é muito interessante. Os recursos aqui, tentei explorar o Audio mas nao consegui ouvir minha gravaçao. Podem ajudar? Um abraço...

Rosimeire

..

Mídias

(Sem título)

Mídias

oi Rosimeire, ficou ótimo o

oi Rosimeire, ficou ótimo o teu áudio!!

Um grande abraço!!

Caso Alessandra

Colegas
Muito interessante a turma da EJA no diurno,o Caso da Alessandra é muito bom e um novo aprendizado. A situação requer que possamos indicar os apoios necessários para a professora que atua com a turma. A aluna apresenta um bom potencial cognitivo, teremos que verificar a questão da língua de sinais, se necessário o intérprete e muitas estratégias de ensino para facilitar o aprendizado.
Silvana

Rosimeire e o audio?

Oi Rosimeire,
Conseguiu resolver o problema do audio em suas mensagens?
Beijos
Bel

Audio

Olá Bel, acima respondi para o Roberto. Está tudo ok. Abraços.

video

ola , Roberto

ficou muito bem no video, Rsssss

Usou uma forma simples, porém conseguiu transmitir a mensagem...

abraços!

Andrea

re: Video

Olá Professoras!!!

Que bom que vocês gostaram do video! Fiquem a vontade para gravar o de vocês! :)
Rosimeire, eu vou ver o que pode estar acontecendo com relação ao Som.

Abraços,

Roberto

Roberto

Conseguiu descobrir como consigo entrar no chat?
Um abraço
simone

Vídeo

Roberto
Muito interessante o modo que vc nos desejou boas vindas para o estudo do caso da Alessandra., com utilização de recursos visuais.
Bem criativo....

Caso da Alessandra

Colegas!
No caso Alessandra alguns fatores me chamaram atenção! A aluna está incluída num EJA diurno mas a turma só tem 8 alunos, sendo dois coreanos e os demais com Deficiência Intelectual? É uma Classe Especial?
Não entendi??? Alessandra poderia até estar incluida num EJA diurno, por´´em com outros alunos surdos, com outros alunos com e SEM deficiência, para que a inclusão fosse um sucesso e para que ela interagisse com TODOS os alunos da sala.
Os dados estão corretos? 8 alunos, sendo dois coreanos e os demais com deficiência Intelectual e só ela com surdez????
Um abraço! Paula Fragoso.

Não sei porque mas apareço como ANôNIMO??? Sou eu! Paula.

Oi Paula, vamos resolver seu anonimato!

Ué Paula que estranho!
Voce revisou o cadastro que fez?
Será que foi algo ao inserir seu nome de usuário?
Vamos perguntar ao Roberto?
Beijos
Bel

Já resolvi!!!!

Oi Bel! foi um problema no meu cadastro! Agora está tudo OK! BJS! Paula

Turma da Alessandra

Pois então Paula, fico me imaginando nesta sala criando recursos para a comunicação. O EJA tem disso, idades diferentes, pessoas de outras regiões e culturas, pessoas com muita experiência de vida, pessoas que quase não saem de casa, pessoas que trabalham, outras não, pessoas que sabem ler, outras não... E aí...Bom vamos precisar pensar em como orientar o professor desta sala...podemos começar pelo que sabemos de Alessandra, embora o AEE teria de atingir orientações para os outros alunos com deficiência intelectual, mas este ponto, será outro plano de AEE. Nos concentraremos em Alessandra. Rosimeire

Caso Alessandra

Olá a todos!

Em minha opinião, em primeiro lugar a turma de EJA – diurno de Alessandra deveria ser em uma escola comum e não excepcionalmente, (como diz o texto), em um centro destinado a professores. A composição da turma, não deveria ter um número expressivo de alunos com deficiência intelectual, pois como está composta, caracteriza classe especial. A aluna necessita de Atendimento Educacional Especializado em turno inverso o da sua classe para aprendizagem da Língua de Sinais. Em sala de aula um profissional interprete será necessário para que a comunicação aconteça e a aluna aprenda os conteúdos programados para a etapa que se encontra. Disponibilizar recursos visuais em sala de aula, será para Alessandra muito significativo, pois desenvolverá a comunicação e tornará agradável e interessante as aulas. Considerar a aluna Alessandra como uma pessoa, sem ver a apenas sua deficiência terá mais beneficios e provavelmente resultará em bons resultados, a professora deverá respeitar sua especificidade e levar em consideração o que ela é capaz de realizar, considerando suas habilidades e capacidades.
Valquirea/ Santa Maria RS

Levantando os problemas

Olá Alessandra e colegas,

As questões referentes a EJA no diurno são comum em vários municípios, apesar de ser uma estratégia para garantir direitos como, estudar no diurno, conviver com colegas da mesma faixa etária, ter ensino voltado para dificuldades, possibilidades e principalmente aprendizagem com qualidade, existe a segregação, pois se transformam em salas especiais.

Nesse contexto de turma especial em escola de formação de professores, vejo que um dos problemas é a ausência do interprete de libras que limita a comunicação da aluna com os demais colegas e professora, outra questão que precisa ser revista diz respeito a comunicação total usada pela aluna.

Em se tratando de formação temos a falta de informação da professora sobre inclusão da pessoa com surdez e o não conhecimento da Língua de Sinais. Além disso, Alessandra não frequenta o AEE que poderia colaborar grandemente na sua aprendizagem e na formação e da professora da sala comum.

Abraços!!!
Eliene Fernandes

Concordo

Vejo que a principal dificuldade é a falta de comunicação que se dá por ser uma turma tão complexa, não há professor intérprete, e a professora necessita de formação a respeito.
Sem qualidade a educação deixa de ser inclusiva, não basta apenas receber o aluno, o aluno tem que realmente estar participando e sendo bem atendido.
Um abraço a todos
Simone

Sala de EJA

Olá Valquirea

A turma de EJA tem estas coisas... nem sempre se realiza na escola. Muitas vezes devido a localidade e facilidade para o grupo de alunos, ela se realiza em salas que Igrejas disponibilizam, associações de bairro, etc. Não consegui ver a sala como uma classe especial e sim como uma turma de EJA. Teremos muito que fazer e trabalhar junto a professora de Alessandra.

Turma de EJA

Olá Alessandra!

Concordo com você sobre as possibilidades de localizações de uma turma de EJA. Certo sim que podem acontecer em Igrejas, centros comunitários etc. O que devemos saber é que na verdade deve acontecer preferencialmente na escola comum. Mas devemos respeitar a realidade de cada lugar. No caso especifico sobre uma turma com vários alunos com deficiência intelectual, uma aluna com surdez, em minha opinião caracteriza sim uma Classe Especial. Devemos ter o cuidado com a formação dessas classes de EJA diurno. Acredito que ela seja importante para aqueles alunos que não podem freqüentar o turno da noite, o importante é rever as formações destas turmas, pois devemos pensar na qualidade do trabalho que deve ser realizado e na aprendizagem dos alunos.
Valquirea/ Santa Maria RS

Caso Alessandra

Colegas!
No caso Alessandra alguns fatores me chamaram atenção! A aluna está incluída num EJA diurno mas a turma só tem 8 alunos, sendo dois coreanos e os demais com Deficiência Intelectual? É uma Classe Especial?
Não entendi??? Alessandra poderia até estar incluida num EJA diurno, porém com outros alunos surdos, com outros alunos com e SEM deficiência, para que a inclusão fosse um sucesso e para que ela interagisse com TODOS os alunos da sala.
Os dados estão corretos? 8 alunos, sendo dois coreanos e os demais com deficiência Intelectual e só ela com surdez????
Um abraço! Paula Fragoso.

Olá colega, Concordo com

Olá colega,

Concordo com você Alessandra poderia está no ensino comum com todos os e aprendendo junto com todos os alunos.
abraços

Lidinalva

Mídias

oi Lidinalva. Gostei do seu

oi Lidinalva.

Gostei do seu áudio de apresentação. Muito bom :)

Um abraço

Roberto

EJA

Olá colegas Alessandra necessita do AEE em LIBRAS e de LIBRAS´e o Portugues. Não sabemos a realidade do município, mas podemos sugerir o encaminhamento para uma sala recurso. Se não tiver, dialogar com a Secretaria de Educaçao e Associação de Surdos mais próxima para verificar possibilidades de um atendimento e junto a orgãos competentes disponibilizar a SRM.

Olá a Tod@s!! Nas reuniões

Olá a Tod@s!!

Nas reuniões do setor em que atuo na rede FAETEC aqui no Rio, tomei ciencia da inclusão de 2 alunos que estão ensurdecendo, logo ambos não possuem ainda LIBRAS e apresentam significativa dificuldade na leitura labial. Segundo as informações da colega que os acompanha com mais proximidade, embora ainda não haja interprete na sala de aula, temos noticias de que a colaboração da turma tem sido de grande valia e tem ampliado as possiblidades desses alunos. O acompanhamento da SRM tambem é de fundamental importancia. Trago esse exemplo para pensarmos que embora nos falte alguns recursos, se Alessandra estivesse incluida em turma regular com seus pares, certamente seus horizontes se ampliariam. E, sem dúvida, o ensino sistemático da LIBRAS tambem é essencial para o seu progresso.
Grande abraço
Vanesa Cabral - RJ

Deixo um clip interessante

Deixo um clip interessante para sensibilização para a questão da surdez que pode ser usado em encontros, reuniões, etc.

clipe???????

ola, como visualizar o clipe...
fiquei curisosa para ver...

abraços!

andrea

Oi Andrea! Tentei anexar,

Oi Andrea!
Tentei anexar, mas não consegui. Acho que o vídeo é maior do que o Vila suporta, mas segue o link:
http://www.youtube.com/watch?v=kC6rgnpwS_s&feature=related
bjos
Vanessa

Belo vídeo Vanessa.

Belo vídeo Vanessa.

[]'s

Roberto

PS: a música também é muito bela.

Obrigada Roberto! Espero que

Obrigada Roberto!
Espero que todos gostem

Abraços

Vanessa

adorei!!!

Vanessa,

Adorei o video.... momento bom para refletir.....

Parabens!!!

Andrea

Isso é Inclusão!!!

Corretíssima as suas colocações Vanessa. Isso é inclusão, estar na sala de aula comum, convivendo com todos os que possuem deficiência ou não, além disso a presença da aluna na SRM recebendo o AEE é fundamental para o apoio sistematizado de que ela precisa no que tange a comunicação onde reside o principal problema.

[]s
Eliene Fernandes

integraçao e estimulação

Concordo com voce, é muito importante que Luciana tenha contato com outras pessoas, sendo inserida na escola regular tera mais condiçoes de socializar, interagir com todos os colegas , proporcionado ampliaçao de conhecimentos.
No caso de pessoas que estao perdendo a audição progressivamente, é muito importante a estimulação auditiva, a aprendizagem de libras , o contato com ouvintes e surdos e tambem apoio psicologico.

abraços!

Andrea

Vanessa

Com certeza, o grupo estimula muito, e sempre na falta do ideal, fazemos o possível, e o possível vai tomando rumos que podem ou não ser positivos.
O problema é este possível não cair na acomodação dos gestores, que ao ver a aluna incluída dão-se por satisfeitos.
Penso que o grupo faz sim a diferença, assim como é muito importante que ela tenha qualidade de atendimento e que a professora não se sinta tão insegura, para que possa continuar atendendo este grupo com a qualidade que este merece.
Um bjão
Simone

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